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domingo, 17 de maio de 2009

Bhoot - O Fantasma भूत پریت

Bhoot - O Fantasma
Em hindi: भूत

Em urdu: پریت
Um mistério envolve os antigos habitantes de um prédio em Bombay

Elenco: Urmila Matondkar, Ajay Devgan, Nana Patekar, Rekha, Fardeen Khan, Victor Banerjee, Seema Biswas, Tanuja, Barkha Madan.
Gênero: Suspense e Terror.
Áudio em hindi, legendas em inglês, espanhol ou português.
Dirigido por Ram Gopal Varma, Bhoot é um filme não típico de Bollywood. Não contém as longas seqüências de músicas, e assusta do início ao fim.
O diretor não usou recursos de clichês para assustar a platéia, mas com um excelente elenco e ótimas performances, conseguiu fazer um bom sucesso nas bilheterias.

Bhoot ganhou o Zee Cine Awards de 2004 de melhor atriz (Urmila Matondkar), audiografia (Dwarak Warrier) e edição (Shimit Amin).
No 49th Manikchand Annual Filmfare Awards ganhou os mesmos prêmios, sendo que a Urmila Matondkar foi premiada como melhor atriz pela crítica, enquanto a Preity Zinta levou o prêmio de melhor atriz pelo júri popular, por seu trabalho em Kal Ho Naa Ho (O amanhã é incerto – 2003).

O filme começa com Vishal (Ajay Devgan) escolhendo um novo flat para morar. Ele olha para um prédio, gosta da estrutura, e pergunta ao corretor se eles não têm um apartamento lá. O corretor responde que sim, e com alguma relutância, resolve mostrar o apartamento a Vishal. Ele gosta do duplex, e resolve alugá-lo. Então fica sabendo que ali foi palco da morte de uma mulher, que se jogou da varanda.
Ele não dá importância ao passado, e leva sua esposa, Swati (Urmila Matondkar) para conhecer o lugar. Mas ele esquece de contar a ela sobre a morte de Manjeet (Barkha Madan), a ocupante que se matou.
Ela gosta do prédio, e eles decidem se mudar o quanto antes. Ele vai trabalhar, e ela passa as tardes sozinha, arrumando a mudança. Então ela começa a ter crises alucinatórias, nas quais vê uma mulher com o cabelo despenteado, e o olhar raivoso. Durante essas visões, ela perde o controle de si e sai de casa, andando a esmo.

Vishal fica preocupado com o sonambulismo da esposa, que coloca a vida dela em risco, e a leva a um médico. Ele explica que as crises se iniciaram quando ela ficou sabendo da morte de
Manjeet. Receita alguns remédios, e tenta acalmar Vishal. Mas numa noite, Swati tem outra crise e sai andando, e quando ela retorna para casa, não tem consciência do que se passou.
Nessa mesma noite, o porteiro do prédio é assassinado brutalmente, e tudo isso inicia a cadeia de mistérios que articula a estória do
filme.

B
"Porteiro: O elevador não está
funcionando.
Swati: Alô! Oi, Vishal.
Só fui ao
mercado.
Sinto saudades.
Tchau!!!
O que aconteceu?
Porteiro: O elevador voltou a funcionar.
Swati: Por que não tocou a campainha?
Porteiro: A porta estava aberta.
Swati: O que você quer?
Porteiro: É a conta do
condomínio.
Swati: Por que não me deu lá embaixo?
Porteiro: Eu esqueci.
Swati: Muito bem,
pode ir embora.
Não entre de novo
sem tocar a campainha.
Já vou.
Vishal: Mas por que você
não me falou antes?
Swati: Eu esqueci.
Vishal: Mas já avisei ele.
Ele não deveria se esquecer
de que é um porteiro.
Se se comporta assim,
o resultado é desagradável.
Sr. Thakkar: Onde estão os bons
trabalhadores atualmente?
Vishal: Mas, Sr. Thakkar, isso não significa que
vamos agüentar essas besteiras.
Sr. Thakkar: Vocês têm razão.
Mas, o caso é que
desde a morte de Manjeet,
ele foi testemunha
no caso, e então
Swati: Quem é essa Manjeet?
Vishal: Swati ainda não sabe.
Swati: Estou muito chocada, Vishal!
Uma mulher saltou da varanda 
do apartamento e então morreu.
Não achou que fosse importante falar isso?
Vishal: Por que está fazendo tempestade em copo d'água?
Swati: Isso por acaso é algo comum?
Vishal: Swati, vamos deixar esse apartamento só porque uma mulher morreu aqui?
Em qualquer casa pode haver mortes.
Isso não faz com que as pessoas abandonem seus lares.
Como você pode acreditar nessas besteiras de superstição?
Por que eu escondi então?
Porque eu queria que você ficasse tão feliz quanto eu por encontrar esse flat.
De qualquer maneira, se você acredita que eu
deveria ter te contado, então te peço desculpas.
Mas eu não tenho razão?
Até o fantasma de Manjeet iria concordar comigo".

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Kama Sutra A Tale Of Love - Kama Sutra Um Conto De Amor

Kama Sutra A Tale Of Love - Kama Sutra Um Conto De Amor (filme de época)
Amor e erotismo na Índia Antiga
Elenco: Indira Varma, Sarita Chaudhary, Naveen Andrews, Ramon Tikaram, Rekha.
Gênero: Romance, Erótico.
Áudio em inglês, legendas em português.

Filme dirigido por Mira Nair, a mesma diretora de Monsoon Wedding (Um casamento à indiana - 2001) e The Namesake (O Nome de Família - 2006).
Maya (Indira Varma) é ajudante de Tara (Sarita Chaudhary), princesa indiana. Maya foi criada com ela na corte, e embora convivessem como irmãs, sempre foi muito humilhada por ela. Para se vingar, Maya seduz o noivo de Tara, o Rajá Singh (Naveen Andrews), na noite do casamento dela. 
O irmão de Tara, apaixonado por Maya, descobre tudo e a expulsa da corte. Ela parte sem destino certo, mas no caminho encontra Jai Kumar (Ramon Tikaram), escultor do reino governado pelo Rajá Singh.
Jai leva Maya para sua casa e mostra seu trabalho a ela.
Os dois iniciam uma relação de amor e cumplicidade que inspira o trabalho de Jai. Ele esculpe uma estátua com o rosto de Maya.

Essa estátua ganha fama no reino. Ao mesmo tempo em que Jai ama Maya, ele se sente sufocado por seu amor. Então ele decide terminar com ela. Maya vai para casa de Rasa Devi (Rekha), que foi cortesã do pai do Rajá. 
Rasa ensina a arte do amor a Maya, e ela se torna cortesã do Rajá.
Ele leva Maya para o seu palácio, onde ela reencontra Jai, que agora tem a tarefa de esculpir uma nova estátua dela, a pedido do Rajá. Este não sabe do passado de Maya com Jai. Eles então iniciam um namoro clandestino, desafiando a tradição e as ordens vigentes.
K
K
"Professora: Muito bem, Maya.
Você está fazendo a dança da sedução, Tara.
Você tem os olhos bonitos.
Então, brinque com eles.
Deve saber usar os olhos.
Não desista, princesa Tara.
Vá lá, vá lá. Tenta.
Rei: Linda dança, Maya.
Rainha: Venha, minha princesa Tara.
Minha querida.
Rei: Isto é para você.
Maya: Roupas novas?
Para mim?
Nunca tive roupas novas.
Obrigada, Sahib.
Tara.
Como ficou?
Tara: Muito elegantes para você.
Pode vestir no meu casamento.
Vou me casar...
...com o grande Rajá Singh".

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Parineeta - A mulher casada परिणीता پرنیتا


Parineeta - A mulher casada (filme de época)
Em hindi: परिणीता
Em urdu: پرنیتا
Bollywood mostra romance na Calcutá dos anos 60
Elenco: Saif Ali Khan, Vidya Balan, Raima Sen, Sanjay Dutt, Diya Mirza, Rekha, Sabyasachi Chakravarthy.
Gênero: Romance, Drama.
Áudio em hindi, legendas em inglês ou português.
Filme dirigido por Pradeep Sarkar, e escrito por Vidhu Vinod Chopra e Saratchandra Chatterjee. Quarta versão do romance de mesmo nome escrito por Saratchandra Chatterjee, escritor
bengali que teve vários de seus livros adaptados para o teatro e para o cinema, entre os quais Devdas (levado às telas em  mais de 10 diferentes adaptações), Iti Srikanta (Verdadeiramente seu, Srikanta - 2004), Swami (Senhor - 1977), Khushboo (Fragrância - 1975), para citar os mais famosos. 
A primeira versão de Parineeta foi lançada em 1942, em bengali, dirigida por Pashupati Chatterjee. A segunda versão data de 1953, filme em hindi dirigido por Birmal Roy, com a diva Meena Kumari no papel de Lolita, e Ashok Kumar no papel de Shekhar. Depois teve outra adaptação em 1969, dirigida por Ajoy Kar, com áudio em bengali.
Essa quarta adaptação concorreu a vários prêmios, sendo indicada ao 51st Annual Filmfare Awards, em várias categorias, entre as quais as de melhor filme de 2005, junto com Black (2005), Bunty Aur Babli (Bunty e Babli - 2005), Page 3 (Página 3 - 2005) e No Entry (Nenhuma Entrada - 2005). Ganhou nas categorias de melhor direção de arte e som. No Zee Cine Awards de 2006 ganhou na categoria de melhor figurino.
O filme conta a estória de amor de Shekhar (Saif Ali Khan) e Lolita (Vidya Balan), vizinhos que cresceram juntos e desenvolveram uma relação muito próxima. Mas Shekhar é filho de um rico industrial, Navin Rai (Sabyasachi Chakravarthy), enquanto Lolita é filha adotiva da família vizinha, que deve uma grande quantia de dinheiro ao pai de Shekhar. Ele é ambicioso e cobiça a casa em que mora a família de Lolita.
Ambos pertencem a classes sociais e castas diferentes. Ambientado na Calcutá dos anos 60, o filme mostra a cultura, a religião e o amor nascendo em meio às tradições arraigadas na sociedade indiana.
P

P
Música Soona Man Ka Aangan
(As batidas do meu coração silenciaram)
"Lolita: Você compôs isto?
Shekhar: Não. Foi Tagore, sua burra.
Koel, quem é ela?
Koel: É a Lolita. Os pais dela morreram em um acidente de carro,
agora ela mora com a gente.
Mãe do Shekhar: Ei, Koel. Tem um pouco de picles de
tamarindo fresco pra você.
Koel: Tamarindo?
Mãe do Shekhar: Lolita, coma um pouco também.
Lolita: Não. Eu não como tamarindo.
Mãe do Shekhar: Está bem.
Lolita: Mas eu aceitaria um pouco de
picles de manga.
Então a batida do meu coração continua
Ansiando por ouvir os
sinos da sua tornozeleira
Minha vida perdeu sua melodia
Minhas canções estão
mudas com a derrota
Do anoitecer ao amanhecer
Sua lembrança domina minha mente
Por que minhas mãos
procuram as suas?
Algum dia você já foi minha?
Me diga... me diga... me diga...
As flores vêem a abelha voando
Como sua visão em minha mente
As árvores ouvem o rouxinol suspirando
Eu anseio, eu desejo, que você seja minha
Shekhar: Quanto é?
Lolita: Vinte e cinco.
Eu não quero.
Shekhar: Me mostra.
Nada mal. Por que você está
devolvendo, sua burra?
Lolita: Não tenho dinheiro.
Shekhar: Você precisa de dinheiro, certo?
Ai ai... venha.
Aqui está.
Pegue quando quiser.
Não precisa pedir pra ninguém.
Lolita: Nem pra você?
Shekhar: Não. Você precisa agora?
Lolita: Não.
Shekhar: Aqui, fique com as chaves.
Vamos.
Quanto vai durar
esta noite melancólica?
Me diga
Como posso apagar
nosso passado?
Me diga
Shekhar: Lolita. Vem cá.
Lolita: Estou indo.
Meus braços vão te
encontrar novamente?
Seu perfume vai
me inundar de novo?
Seu amor irá acabar?
Nossas alianças eram
feitas de barro?
Do anoitecer ao amanhecer
Sua lembrança
domina minha mente
Por que minhas mãos
procuram as suas?
Algum dia você já foi minha?
Me diga... me diga... me diga...
Koel: Ollha, a Lolita está de sári.
Shekhar: Nada mal.
Ei, Lolita.
O que aconteceu?
Lolita: Fiquei em primeiro na minha turma.
Shekhar: Primeiro?
Então sobe agora.
Lolita: Já vou.
Shekhar: Então, o que você quer?
Lolita: Uma pequena estátua do
Senhor Krishna, para seu quarto.
Shekhar: Meu quarto?
Lolita: Então?
Shekhar.
As flores vêem a abelha voando
Como sua visão em minha mente
As árvores ouvem o
rouxinol suspirando
Eu anseio, eu desejo,
que você seja minha
As flores vêem a abelha voando
Como sua visão em minha mente
As árvores ouvem o
rouxinol suspirando
Eu anseio, eu desejo,
que você seja minha
Lolita: Shekhar.
Corre e se veste,
a oração está prestes a começar".
P
P
Música Piyu Bole
(O Amante disse)
"Shekhar: Deve ter acabado
com o seu salário.
Lolita: Não. Ainda
tenho cinqüenta.
Toque a música.
Shekhar: Eu não sei...
Você é minha
Diga que você
é minha
Lolita: Legal.
Shekhar: Obrigado.
Coloque algumas palavras.
O amante disse algo
E também disse
a moça
Ai!
Eu não sei
Meu coração estremece
gentilmente
Sempre tão devagar
Mas por que
ele estremece
Eu não sei
Shekhar: Nada mal.
Ouça isto.
Problemas do coração
A raiz do problema
Devia sempre ficar
trancada no coração
Meus lábios
estão selados
Com trancas
e chaves
Mas através dos meus olhos
meu amor é revelado
O amante disse algo
E também disse
a moça
O que eles disseram
Ai!
Eu não sei
Meu coração estremece
gentilmente
Sempre tão devagar
Mas por que
ele estremece
Eu não sei
O amante disse algo
E também disse
a moça
O que eles disseram
Ai!
Eu não sei
Meu coração estremece
gentilmente
Sempre tão devagar
Mas por que
ele estremece
Eu não sei
Shekhar: Agora imagina: uma
garota um pouco
traquina, um
pouco louca.
Você sabe,
como você.
Lolita: É mesmo?
Shekhar: E um rapaz.
Lolita: Brilhante como uma estrela?
Shekhar: Não. Mais louco que ela.
De outro modo, como
eles se apaixonariam?
Um dia, na igreja...
Uma vez eu
perguntei a um rio
Para onde você
corre, tolo?
Longe está a
casa do seu amor
Por que você se
curva para cá e para lá?
Uma timidez banal
Um pouco temerosa
Ela pulou, tropeçou
Saltou
Ela só se importava em
correr para o seu amor
Assim como eu
Meu amor
Meu coração estremece
gentilmente
Sempre tão devagar
Mas por que
ele estremece
Eu não sei
O amante disse algo
E também disse
a moça
O que eles disseram
Ai!
Eu não sei
Meu coração estremece
gentilmente
Sempre tão devagar
Mas por que
ele estremece
Eu não sei
Uma vez eu perguntei à
nuvem cheia de chuva
Para onde você está
flutuando, sua tola?
Você não vê este
campo seco?
Desça sobre
ele, regando
Ela tremeu
um pouco
Estremeceu um
pouco mais
Ela bocejou poderosamente
Um poderoso trovão
Então ela derramou sobre mim
Uma chuva de amor
Assim como você
Minha querida
O amante disse algo
E também disse
a moça
O que eles disseram
Ai!
Eu não sei
Meu coração estremece
gentilmente
Nunca tão devagar
Mas por que
ele estremece
Eu não sei
O amante disse algo
E também disse
a moça
O que eles disseram
Ai!
Eu não sei
Meu coração estremece
gentilmente
Nunca tão devagar
Mas por que
ele estremece
Eu não sei
Shekhar: Vê? Você é natural.
Lolita: Com certeza.
Nós veremos o resto
na gravação.
Eu peguei cem".